
POLYCARPO
Auto Peças
e Mecânica Automotiva
Em Bom Jesus do
Itabapoana/RJ
Peças e Consertos
com Qualidade Garantida
Serviços Gerais de Mecânica e Elétrica Automotiva
Injeção Eletrônica, Limpeza de Bicos Injetores
Suspensão, Freios, Troca de Óleo, Correia Dentada...

Bem Vindo ao nosso
Site Institucional
Interativo
do Guia Comercial da Cidade
*Todas as Ferramentas de
COMPARTILHAMENTO
e Contatos das Redes Sociais
Estão Aqui EM UM SÓ LUGAR...
A partir deste espaço você pode
visitar as nossas
REDES SOCIAIS, conhecer nossos Produtos, Serviços,
Empreendimentos, Ofertas e Promoções do momento...
COMPARTILHE com seus contatos e fale com a
gente

Visite nosso Anúncio Promocional
no Guia Comercial da Cidade





Álbum de Fotos








|

Nossas Dicas de Mecânica
e Eletricidade de Autos
Dica n° 1

Veja as nossas 7 dicas
de manutenção automotiva para seu veículo:
Alguns cuidados com o veículo são fundamentais
tanto para a vida útil
do automóvel quanto para a segurança do motorista
e dos passageiros.
Por isso, a seguir, POLYCARPO AUTO PEÇAS E MECÂNICA
AUTOMOTIVA
separou algumas dicas de manutenção automotiva que
vão ajudar
você a manter a revisão do seu carro em dia.
Confira!
1 – Confira o óleo do motor e do câmbio
O óleo do motor é responsável por lubrificar as peças do veículo, o que evita o
desgaste delas e reduz o atrito durante o funcionamento do automóvel. Esse
fluido ainda ajuda a manter a temperatura e eliminar as impurezas do conjunto.
O tempo de troca do óleo muda de acordo com o uso do veículo. Para longas
distâncias, ele deve ser alterado a cada seis meses, 5 mil ou 7 mil km. Já se o
condutor não utiliza o veículo com muita frequência, a substituição pode ser
anual ou entre 10 e 16 mil km.
Já o óleo do câmbio tem o objetivo de refrigerar e limpar o sistema, enquanto
lubrifica as peças internas. Porém, é preciso se atentar, pois alguns modelos
não precisam de substituição. Nesses casos, é indicado pedir ao mecânico para
checar a quantidade somente a cada 10 mil km.
2 – Veja o estado da bateria de seu carro
Ainda é preciso conferir as condições da bateria para evitar imprevistos. Para
isso, é indicado sempre fazer uma avaliação dos cabos (negativo e positivo),
conferir o líquido, olhar a conexão dos cabos e outros componentes. Já para
aumentar a vida útil do item, o ideal é seguir as dicas logo abaixo:
não deixe o automóvel parado, sem ligar o motor, por muito tempo;
antes de travar o veículo, verifique se existe alguma lanterna, luz ou
equipamento eletrônico ligado;
não use baterias recondicionadas.
3 – Verifique as rodas e os pneus
Entre as dicas de manutenção preventiva automotiva, está a conferência do estado
das rodas e dos pneus. Afinal, em más condições, esses itens podem provocar
risco à segurança do motorista e dos passageiros.
O alinhamento e o balanceamento das rodas e dos
pneus devem ser feitos a cada 5 mil km rodados. Já os pneus carecas merecem
ainda mais atenção, uma vez que precisam ser trocados o quanto antes.
4 – Substitua os filtros quando for necessário
Ainda nas dicas de revisão automotiva, está a troca dos filtros. Eles têm o
papel de impedir que impurezas cheguem ao combustível e à mistura de ar, e
atinjam o sistema de alimentação e a lubrificação do motor.
Por isso, a recomendação é substituir o filtro de ar a cada 10 mil km ou menos
caso o veículo seja mais frequentemente usado. Já o filtro de combustível
precisa ser trocado entre 10 e 15 mil km. Por fim, o filtro de óleo deve ser
mudado junto ao óleo, ou seja, de 10 a 15 mil km.
5 – Avalie as condições da correia dentada
A correia dentada é uma das peças mais importantes para o funcionamento do
motor. Ela faz a ligação do eixo-comando de válvulas com o virabrequim do motor,
o que assegura o controle e o sincronismo na abertura e no fechamento das
válvulas de admissão e escape.
A revisão automotiva desse item deve ser feita a
cada seis meses ou 10 mil km rodados. Também é preciso conferir as condições das
polias e dos tensionadores. No caso de veículos com corrente de transmissão,
basta fazer a checagem da peça a cada 50 mil km.
6 – Faça a revisão periódica dos freios
Os freios também estão diretamente ligados à segurança de quem ocupa o
automóvel. Por isso, é muito importante que o funcionamento deles esteja em dia.
Eles são formados por diferentes partes, como fluido, pedal, cilindro de mestre,
disco, servo de freio, tambores, lonas, pastilhas e canos.
Quando se trata dos freios, a manutenção do carro varia de acordo com cada um
deles. As pastilhas e os discos, por exemplo, precisam ser trocados a cada 25
mil km. Já a duração média das lonas e dos tambores é 50 mil km. As demais peças
devem ser substituídas apenas quando estragarem.
7 – Verifigue as velas de ignição
Outros itens que merecem atenção são as velas de ignição, que são responsáveis
pela faísca que faz o combustível explodir e iniciar o funcionamento do motor,
para mover o automóvel “girando as rodas”. Se não estiverem em dia, elas podem
provocar maior consumo de combustível, acúmulo de resíduos e desgaste do
catalisador e das bobinas.
|
|
Dica n°
2

Um breve histórico sobre os sistemas
de direção hidráulica:
Nos primeiros automóveis inventados, a direção era
bastante simples parecendo-se mais com um guidão de bicicleta do que com o
sistema de direção que conhecemos atualmente. Mas, à medida que a técnica foi
evoluindo e cada vez mais os veículos foram ficando mais velozes o sistema de
direção foi se aperfeiçoando, até atingir o grau de precisão que existe hoje em
dia. Um bom sistema de direção é vital. Deve ser fácil de ser operado, caso
contrário, logo cansará o motorista, colocando-o em risco de algum acidente. O
sistema também deve ser capaz de amortecer os choques das rodas, não
transmitindo-os aos braços do motorista. Deve ainda contribuir para amortecer as
vibrações das rodas dianteiras..
Confira!
Direção Hidraulica
O princípio é bastante simples. Um sistema com óleo sob pressão exerce a maior
parte do esforço necessário para girar as rodas. A pressão do óleo é aplicada
pelo sistema, justamente no instante em que o motorista vira o volante da
direção.
No sistema de direção hidráulica há uma bomba que continuamente está operando e
que fornece a pressão hidráulica, quando desejada.
Há uma válvula especial que se abre ou fecha, quando se gira o volante. Ao
abrir, ela permite que o óleo sob pressão seja aplicado a um pistão que, por sua
vez, aciona a barra de direção.
Da bomba de óleo saem duas tubulações, uma que leva o óleo até a caixa de
direção e outra que o traz de volta. Na caixa de direção estão incluídas a caixa
propriamente dita e a válal o
efeito que ele vai exercer.
O corpo da válvula possui internamente três câmaras. Em cada câmara há um
orifício. As duas câmaras externas são ligadas ao reservatório de óleo e a
câmara central está ligada à bomba. O sistema é montado de maneira tal que,
mesmo em caso de acidente e perda do óleo, ainda assim a direção possa
funcionar. Passando então a funcionar manualmente, como os sistemas comuns de
direção. Todos os sistemas hidráulicos, em caso de acidente, se transformam em
sistemas convencionais e o veículo pode continuar a trafegar até que se possa
pará-lo para o conserto.
Numerosos automóveis de varias dimensões
apresentam direção hidráulica como equipamento de série. A direção assistida
reduz o esforço necessário para mover o volante e facilita as manobras a baixa
velocidade como, por exemplo, o estacionamento num espaço reduzido.
A direção hidráulica também contribui para a segurança, com a direção
convencional, o motorista pode perder o domínio do volante se um pneu estourar
ou se uma roda tiver de enfrentar uma pronunciada irregularidade do pavimento.
Na maioria dos sistemas utiliza-se um fluído hidráulico ou um óleo leve,
fornecido sob pressão, por uma bomba acionada pelo motor e proveniente de um
depósito independente. Em caso de avaria no sistema, o automóvel pode continuar
a ser dirigido manualmente. Quando o sistema de direção esta em repouso, isto é,
quando não é solicitado o seu funcionamento, o óleo passa através de dois
orifícios de iguais dimensões, aplicando assim uma pressão igual aos dois lados
de um pistão, contido num cilindro, ligado ao mecanismo de direção.
Ao mover-se o volante, aciona-se uma válvula de distribuição que abre um dos
orifícios e fecha o outro. O óleo exerce então pressão sobre apenas um dos lados
do pistão, o que leva o mecanismo da direção a orientar as rodas na direção
desejada. A pressão aplicada ao pistão depende da força que o motorista aplica
ao volante. São componentes principais do sistema, a bomba que fornece o óleo,
acionada por uma ligação direta ao alternador ou por uma correia trapezoidal; as
válvulas sensíveis acionadas pelo movimento do volante ou pela deflexão das
rodas; o conjunto do cilindro e do pistão e os tubos e mangueiras de ligação.
No sistema Adwest (com pinhão e cremalheira) de direção servo assistida, a
pressão hidráulica é comandada e dirigida por uma válvula rotativa. Ao rodar-se
o volante, a coluna da direção faz girar esta válvula de comando, dirigindo a
pressão hidráulica para um ou outro dos lados do pistão acoplado a própria
cremalheira. A pressão faz mover então a cremalheira para a direita ou para
esquerda, aumentando assim o esforço que o motorista aplica o volante.
Graças a uma barra de torção que liga a coluna de direção à válvula, a
assistência fornecida é proporcional à resistência oferecida pelos pneus à
mudança de direção.
“Copyright (C) 2001-2002 – Direitos reservados
e registrados pelo escritor Paulo G. Costa”!
|
|
Dica n° 3

O que é e como funciona o sistema de injeção
eletrônica?
Conheça um pouco mais sobre injeção eletrônica e
os cuidados necessários para sua conservação:
Sistema de injeção eletrônica
O sistema de injeção eletrônica, muito comum nos carros atuais, foi criado para
substituir os carburadores. Para o bom funcionamento do sistema e do motor, você
deve seguir algumas recomendações importantes.
Injeção eletrônica economiza combustível
A injeção eletrônica é o sistema de alimentação de combustível que substituiu os
carburadores e melhorou o desempenho dos motores, diminuindo o consumo de
combustível e reduzindo a emissão de gases poluentes. Isso é possível porque o
sistema de injeção eletrônico permite um controle mais completo e adequado da
mistura de ar e combustível que entra no motor.
O sistema faz a leitura de diversos sensores espalhados em pontos estratégicos
do motor, examina as informações e, com base em outros dados gravados em sua
memória, envia comandos para diversos atuadores. Esse procedimento é efetuado
varias vezes por minuto. A injeção eletrônica também dispensa o uso do afogador,
peça rara nos carros hoje em dia.
Manutenção preventiva
A manutenção preventiva é importante, já que as peças do sistema eletrônico são
bem mais caras que as do sistema carburado. A prevenção também serve para as
peças periféricas, pois velas e cabos com defeito acabam danificando peças mais
caras, como os sensores ou a central eletrônica da injeção.
Problemas típicos na injeção eletrônica
Geralmente, quando o sistema de injeção apresenta sinais de ineficiência o motor
fica engasgando e com pouco rendimento, a marcha lenta fica irregular, e a
potência do veículo diminui.
Prevenção de problemas
Seguir as especificações do manual do proprietário é fundamental, porque lá
estão informações como a periodicidade em que os bicos injetores, velas e
válvulas devem ser limpos e a durabilidade dos filtros de combustível.
Uma das principais medidas de prevenção é a limpeza dos bicos injetores, que
deve ser feita a cada 30 mil KM, para evitar que sujeiras e resíduos do
combustível prejudiquem o funcionamento do sistema.
Na hora da manutenção, escolha sempre oficinas especializadas em serviços de
injeção, pois os componentes eletrônicos do sistema demandam conhecimentos
específicos.
Evite bombear o acelerador
Os erros mais comuns que os donos dos carros cometem são “bombear” o acelerador
ao ligar ou desligar o motor, ou tentar fazer o carro “pegar no tranco”. Nesses
dois casos, haverá excesso de combustível na câmara de combustão, o que
prejudica a eficiência da injeção.
Repare no painel
Os carros com injeção eletrônica possuem uma luz que fica acesa em caso de pane
no sistema. Se acender, leve o automóvel imediatamente para um dos Centros
Automotivos Porto Seguro.
Evite andar “na reserva”
Quando o nível do combustível do carro está na reserva, a sujeira depositada no
fundo do tanque entra no sistema de alimentação e entope filtros e bicos
injetores, além de superaquecer a bomba. O contrário também deve ser evitado:
encher o tanque completamente pode danificar a bomba e as válvulas de injeção.
|
|
Dica n°
4

Troca de Óleo do Cárter e Filtros:
A troca de óleo e do filtro de óleo deve ser feita
geralmente a cada 10.000 km ou 6 meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Em
uso severo (trânsito intenso, estradas de terra), recomenda-se antecipar para
5.000 km. O filtro de ar costuma ser trocado a cada 10.000 a 15.000 km.
Intervalos Recomendados (Média):
Óleo do Motor: 5.000 km a 10.000 km ou 6 meses.
Filtro de Óleo: Sempre junto com a troca de óleo.
Filtro de Ar do Motor: A cada 10.000 km ou 15.000 km. Em estradas de terra ou
alta poeira, verifique a cada 5.000 km.
Filtro de Cabine (Ar Condicionado): Geralmente a cada 10.000 km ou 1 vez por
Pontos importantes:
Uso Severo: Engarrafamentos diários, trajetos curtos onde o motor não esquenta,
ou estradas com muita poeira exigem trocas mais frequentes.
Manual: Sempre consulte o manual do proprietário do seu veículo para os prazos
exatos do fabricante.
Filtro de Ar: Não é recomendado limpar o filtro de ar com ar comprimido, pois
isso pode danificar seus poros; o ideal é a substituição.
A troca de óleo e o filtro de óleo devem ser realizadas, em média, a cada 10.000
km ou 12 meses para óleos sintéticos, ou 5.000 km/6 meses para óleos minerais/semissintéticos,
prevalecendo o que ocorrer primeiro. O filtro de óleo deve ser substituído
sempre junto com o lubrificante para evitar contaminação do motor.
Pontos importantes para a troca:
Uso Severo: Se o carro roda muito em trânsito pesado, estradas de terra ou
paradas frequentes, antecipe a troca para 5.000 km ou 6 meses.
Tempo vs. Quilometragem: Mesmo que o carro rode pouco, a troca deve ser feita no
prazo máximo de 1 ano (ou 6 meses) devido à oxidação e contaminação do óleo.
Manual do Proprietário: É a fonte mais confiável para definir o tipo de óleo e o
intervalo correto do seu veículo.
Outros Filtros:
Filtro de Ar: Geralmente a cada 10.000 km, ou antes se rodar em locais com muita
poeira.
Filtro de Combustível: Geralmente entre 10.000 km e 15.000 km.
Filtro de Cabine (Ar Condicionado): A cada 6 meses ou 10.000 km.
|
|
Dica n°
5

Troca de Correia Dentada:
A correia dentada dura, em média, de 50.000 a
100.000 km ou de 3 a 5 anos, mas o prazo exato varia por fabricante e modelo,
sendo crucial verificar o manual do carro e sempre trocar o que ocorrer primeiro
(quilometragem ou tempo) para evitar quebras catastróficas do motor, que podem
custar muito caro, principalmente em condições severas de uso ou se houver
vazamento de óleo, o que reduz a vida útil, mesmo que a quilometragem seja
baixa.
Fatores que influenciam a duração:
Recomendação do Fabricante: Sempre consulte o manual do seu veículo para o
intervalo específico, pois ele é a fonte mais confiável.
Tempo/Quilometragem: A borracha da correia envelhece, então a troca é necessária
mesmo com baixa quilometragem, se o prazo de anos for atingido.
Condições de Uso: Estradas empoeiradas, alta umidade e calor excessivo podem
acelerar o desgaste.
Tipo de Correia: Correias banhadas a óleo (em alguns motores mais novos) são
mais duráveis que as convencionais.
Sinais de que a correia precisa ser trocada (mesmo antes do prazo):
1. Ruídos estranhos (chiados, assobios) vindos do motor.
2. Vibrações incomuns ou perda de potência.
3. Sinais visuais de desgaste, como rachaduras ou fios expostos (se acessível).
Em resumo: A manutenção preventiva da correia dentada é vital, pois a quebra
dela causa danos graves ao motor, como colisão entre pistões e válvulas,
resultando em um prejuízo muito maior que a troca programada, que geralmente é
feita entre 50.000-100.000 km ou a cada 3-5 anos, o que vier primeiro.
|
|

Dicas Essenciais de Auto Elétrica:

Para manter o sistema elétrico do veículo seguro e eficiente, faça revisões
periódicas na bateria, alternador e fiação, evitando sobrecargas de
equipamentos, como sistemas de som potentes. Desligue rádio, luzes e
ar-condicionado antes de dar a partida ou desligar o carro para preservar a
carga da bateria.
Conhecimento Aplicado - Automotivo
Dicas Essenciais de Auto Elétrica:
Bateria: Verifique se os terminais estão limpos e sem corrosão, pois isso causa
falhas na partida. Se a bateria tiver mais de três anos, teste sua eficiência.
Partida: Não force o motor de partida por mais de 7 segundos seguidos. Aguarde
cerca de 20 segundos entre tentativas.
Alternador: Fique atento à luz de bateria no painel, que indica problemas no
sistema de carga.
Instalações: Evite fios soltos ou contatos inadequados ao instalar acessórios, o
que pode causar curto-circuitos.
Manutenção: Substitua fusíveis queimados imediatamente por outros de mesma
amperagem para evitar danos maiores.
Assista a este vídeo para aprender o básico sobre elétrica
Dicas para Quem Trabalha na Área:
Ferramentas Básicas: Tenha multímetro, carregador de bateria, teste de
polaridade e, se possível, um elevador.
Conexões: Faça emendas seguras, decapando cerca de 2 a 3 cm dos fios para
garantir boa condução.
Atendimento: Utilize WhatsApp e redes sociais para avisar os clientes sobre
manutenções preventivas.
.........................................
Dicas para manter a saúde do sistema elétrico do veículo...
O sistema elétrico do veículo é tão essencial quanto o motor para o
funcionamento do carro. Você sabe que, sem ele, nada funciona, desde o motor de
arranque até os periféricos. Por isso, ao conversar com clientes sobre
manutenção preventiva e cuidados periódicos, é essencial reforçar que problemas
elétricos podem ser evitados com cuidados simples.
Veículos mais modernos possuem ainda maior dependência do sistema elétrico, por
isso, quando essa área dá problemas, é ainda mais impactante para o condutor.
Quase todos os comandos fazem parte do sistema elétrico, então, o carro pode não
ligar, os faróis queimarem e o painel ficar sem iluminação.
Para que você possa orientar seus clientes com segurança, vamos detalhar os
principais componentes do sistema elétrico do veículo e compartilhar dicas
valiosas para sua preservação. Assim, você poderá evitar problemas e manter a
confiança dos clientes.
Quais componentes fazem parte do sistema elétrico do veículo?
O sistema elétrico do carro é composto por várias peças que desempenham papéis
fundamentais. Compreender esses componentes ajuda a identificar problemas comuns
e a manter o veículo funcionando corretamente.
Os principais elementos do sistema elétrico são: a bateria, o motor de arranque,
o alternador, os fusíveis e os cabos elétricos. A seguir, vamos entender a
função de cada um.
Bateria
A bateria é o “coração” do sistema elétrico do carro. Ela armazena energia e a
distribui para dar partida no motor e alimentar outros componentes que dependem
da energia elétrica quando o motor está desligado. Sem uma bateria em bom
estado, o carro não liga e os periféricos ficam inoperantes.
O tempo de vida útil de uma bateria costuma ser de 2 a 3 anos, dependendo do uso
e da manutenção. Converse com seus clientes sobre sinais de desgaste:
Dificuldade para dar partida;
Luzes fracas;
Luz da bateria acesa no painel;
Fusíveis queimados.
Motor de arranque
O motor de arranque utiliza a energia da bateria para dar início ao
funcionamento do motor. Ele é responsável por acionar o virabrequim, permitindo
que o motor comece a trabalhar. Sem o motor de arranque, o carro simplesmente
não liga.
Muitos condutores não têm conhecimento desse mecanismo, por isso, é importante
explicar que um sistema elétrico com problema não deixa nem mesmo o carro sair
do lugar!
Como estávamos dizendo, o motor de arranque está diretamente ligado ao
funcionamento do sistema elétrico e depende de uma bateria com boa carga. Se o
cliente notar ruídos ao tentar dar partida ou falhas constantes na ignição, é
sinal de defeito nessa peça.
Alternador
O alternador é responsável por manter a bateria carregada enquanto o veículo
está em movimento. Ele converte energia mecânica em energia elétrica, garantindo
que a bateria e outros sistemas continuem funcionando corretamente.
Se o alternador falhar, a bateria descarrega rapidamente, deixando o carro sem
energia. Peça ao cliente que fique atento à luz da bateria no painel, pois ela
pode indicar problemas no alternador ou na correia que o aciona.
Fusíveis
Os fusíveis protegem o sistema elétrico do veículo contra curtos-circuitos e
sobrecargas. Quando ocorre uma descarga excessiva de energia, o fusível queima,
interrompendo o circuito e protegendo os demais componentes.
Fusíveis queimados podem deixar faróis, luzes de freio e outras partes do
sistema elétrico inoperantes. Explique aos clientes que a troca de fusíveis é
uma medida simples, mas que precisa de atenção já que é preciso substituir por
fusíveis de mesma capacidade.
Cabos
Os cabos, assim como em outros momentos, conduzem a energia elétrica da bateria
para os demais componentes do veículo. Ou seja, são parte essencial do sistema
elétrico do veículo. É normal que eles sofram desgaste com o tempo, ou até
mesmo, um rompimento.
Se algum cabo estiver danificado, o cliente pode enfrentar problemas como mau
funcionamento dos faróis ou falhas na partida. Inspeções regulares dos cabos são
fundamentais para identificar desgaste e evitar problemas maiores.
Quais dicas de preservação dar aos clientes?
Preservar o sistema elétrico do veículo pode ser mais simples do que parece.
Você pode passar essas dicas para os clientes e fazer com que o funcionamento do
carro dure mais tempo.
Mas, é importante citar, também, que uma revisão periódica e o uso de
assistência técnica profissional fazem toda a diferença na longevidade dos
componentes. Vamos explicar melhor na próxima etapa:
Não utilize os periféricos por muito tempo com o motor desligado
Explicar ao cliente que, ao manter o rádio, ar-condicionado e luzes acesas com o
motor desligado, ele sobrecarrega a bateria. Para evitar isso, oriente-o a ligar
o carro por alguns minutos a cada meia hora de uso dos periféricos, garantindo
que a bateria continue carregada.
Explique que a bateria é recarregada a partir do movimento do carro, como
explicamos acima a função do alternador. Essa prática simples ajuda a prolongar
a vida útil da bateria e evita problemas de descarga que podem deixar o cliente
na mão.
Desligue os periféricos antes da partida
Antes de dar a partida, oriente o cliente a desligar todos os periféricos. Esse
cuidado reduz a carga sobre a bateria e o motor de arranque, facilitando o
processo de partida e evitando a queima de componentes elétricos.
Ao desligar rádio, ar-condicionado e faróis antes da partida, o cliente evita
picos de corrente que podem causar panes no sistema elétrico do carro.
Aguarde um pouco antes de dar partida
Após inserir a chave na ignição, recomenda-se aguardar cerca de 10 segundos
antes de dar partida. Esse tempo permite que os sistemas eletrônicos inicializem
corretamente, evitando falhas.
Essa dica é útil especialmente em dias frios, quando o motor de arranque exige
mais da bateria. Assim, o cliente evita sobrecarregar o sistema elétrico.
Não esqueça do reservatório de partida a frio
Em carros bicombustíveis, o reservatório de partida a frio deve estar abastecido
com gasolina aditivada, especialmente em dias frios. Esse cuidado reduz a
exigência sobre o motor de partida e melhora a ignição do veículo.
Reforce com o cliente que, ao manter o reservatório abastecido, ele protege o
sistema elétrico e reduz o esforço da bateria.
Fique de olho nas configurações de periféricos
Clientes que desejam instalar som potente, novas luzes ou telas no carro
precisam considerar a capacidade do sistema elétrico. Esses acessórios demandam
energia extra, o que pode sobrecarregar a bateria e outros componentes.
Oriente o cliente a realizar essas instalações com um profissional qualificado
para que ele possa dimensionar o sistema elétrico do veículo, garantindo que
suporte os novos itens sem comprometer a bateria.
Faça manutenção periódica da bateria e do alternador
A bateria e o alternador precisam de atenção constante. Explique ao cliente que
essas peças são essenciais para o funcionamento ideal do sistema elétrico e,
então, recomende que o nível de carga da bateria seja verificado que o alternado
tenha inspeções regulares.
Com uma manutenção periódica, o cliente evita problemas inesperados e garante o
bom funcionamento do sistema elétrico.
Seu cliente precisa de componentes elétricos?
Ficou claro que o sistema elétrico do veículo é essencial para o funcionamento
básico do carro. Se ele estiver com problemas, o condutor nem mesmo consegue
sair do lugar. Por isso, é o tipo de item que não tem como ficar para depois!
Sem falar que na hora de fazer trocas, é preciso recomendar componentes
elétricos de qualidade. Uma bateria, alternador ou fusível de procedência
duvidosa pode trazer mais problemas do que soluções e reduzir a vida útil do
sistema, danificando até o que estava em bom estado.
Outro ponto importante quando o assunto é substituição de peças, é a necessidade
de escolher itens compatíveis com o modelo do veículo. Dessa forma, seu cliente
não verá falhas e o desempenho do sistema elétrico do carro é garantido.
|
|
Dica n°
6

Quando trocar Bateria Automotiva?
A bateria de um carro geralmente dura de 3 a 5
anos, mas essa vida útil é bastante variável e depende muito do uso, do clima
(calor e frio extremos reduzem a vida), da qualidade da bateria e da manutenção
do veículo, podendo ser mais curta (2-3 anos) ou mais longa (até 5 anos ou
mais). Fatores como percursos curtos frequentes, carro muito tempo parado ou
muitos equipamentos elétricos (som potente, etc.) podem acelerar o desgaste.
Fatores que influenciam a durabilidade:
Hábitos de Condução: Viagens curtas e constantes (onde a bateria não recarrega
totalmente) e deixar o carro parado por muito tempo são prejudiciais.
Clima: Temperaturas extremas (muito quentes ou muito frias) aceleram o desgaste
interno da bateria.
Manutenção: Manter os terminais limpos e o sistema elétrico do carro em ordem
ajuda a prolongar a vida útil.
Equipamentos Elétricos: Mais acessórios (multimídia, faróis extras) aumentam o
consumo e diminuem a durabilidade.
Qualidade da Bateria: Baterias de primeira linha tendem a durar mais.
Sinais de que a bateria pode estar falhando: Dificuldade para dar a partida no
carro, Luzes fracas ou falha em componentes elétricos, Avisos no painel.
Para prolongar a vida útil:
Use o carro regularmente para que a bateria recarregue.
Evite deixar acessórios ligados com o carro desligado.
Verifique periodicamente os terminais e o sistema elétrico.
.......................................
A bateria do carro deve ser trocada, em média, a cada 2 a 3 anos (ou entre 3 e 5
anos, dependendo do uso e modelo). Sinais de necessidade de troca incluem
dificuldade na partida, luzes fracas, componentes elétricos falhando ou a luz da
bateria acesa no painel.
Principais fatores e dicas:
Vida Útil Média: O tempo ideal para substituição preventiva é após 2 ou 3 anos
de uso.
Sinais de Alerta: Dificuldade para dar a partida, luzes do painel/faróis fracas,
e presença de zinabre (zinabre verde) nos terminais.
Fatores de Desgaste: Uso intenso de componentes elétricos (ar-condicionado,
som), tempo prolongado sem uso, e exposição a temperaturas extremas (frio ou
calor) diminuem a vida útil.
Manutenção: É recomendável testar a bateria em um mecânico após 2 anos.
Carros Híbridos/Elétricos: A bateria costuma durar mais, com substituição
estimada em longo prazo, cerca de oito anos ou mais.
A troca precoce ou acompanhamento técnico evita ficar com o carro parado
inesperadamente
|

|